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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Regente de 2019

Ogun
2019 Sera regido por Ogun, o Orixá Guerreiro!!!

A cada ano que passa nós da umbanda e Candomblé adoramos saber qual Orixá será o regente, e o que esperar do ano!

2019 será muito intensos, haverão muitos obstáculos para enfrentar, e que não podem ser adiados. Muitas decisões difíceis terão de ser tomadas, e podem comprometer sua imagem para ter resultados esperados. Todo momento será oportuno para tomada de decisões, é importante que lembre disso, e não se omitir quando for colocada a prova.

2019 será um ano cheio de batalha é aconselhável evitar entrar entrar em discussão por motivos bobas, pra não

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Dia de Oxala


Oxalá é o orixá associado à criação do mundo e da espécie humana.

Apresenta-se de duas maneiras: Oxaguiã e Oxalufã. No candomblé, este é representado material e imaterialmente pelo assentamento sagrado denominado igba oxala.

Os símbolos de Oxaguiã são uma idá (espada), “mão de pilão” e um escudo; o símbolo de Oxalufã é uma espécie de cajado em metal, chamado opaxorô.

O dia consagrado para ambos é a sexta-feira.

Sua saudação é ÈPA BÀBÁ! Oxalá é considerado e cultuado como o maior e mais respeitado de todos os Orixás do panteão africano. Simboliza a paz, é o pai maior nas nações das religiões de tradição africana. É calmo, sereno, pacificador; é o criador e, portanto, é respeitado por todos os Orixás e todas as nações. A Oxalá pertencem os olhos que vêem tudo.

No sincretismo religioso encontramos as seguintes formas:

OXALÁ: sincretizado com Jesus Cristo.
OXALUFÃ: o Oxalá Velho, sincretizado com Jesus no Monte das Oliveiras.
OXAGUIÃ: o Oxalá Menino, que é sincretizado com o Menino Jesus de Praga.


ÈPA BÀBÁ! Oxalá

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Dia de São Lazaro


Hoje acordei vendo diversas homenagens a Obaluaê e Omulú, mas sempre soube que geralmente ele é homenageado  no mês de Agosto.Depois de um tempo descobri que hoje é o dia de São Lazaro.

No sincretismo da Umbanda tanto Obaluaê quanto Omulú foram considerado como São Lazaro, no qual teve uma historia parecida como ambos os Orixás.

Hoje é dia desse Santo, que foi discípulo e amigo pessoal de Jesus. Lázaro vivia com sua família no vilarejo chamado Betânia, que ficava a menos de uma hora de caminhada de Jerusalém. Em hebraico seria Eleazar, e quer dizer "Deus ajudou".

Lázaro foi um personagem especial na Bíblia, pois é a única pessoa por quem Jesus chora. Lázaro foi ressuscitado por Jesus após a sua morte, a pedido de Marta, sua irmã, que foi inabalável na fé. Lázaro já estava cheirando mal. Já fazia quatro dias que estava sepultado, quando Jesus chegou para chamar-lhe à vida novamente. Foi um dos maiores milagres de Jesus. Trata-se do último grande “sinal” realizado por Jesus, depois do qual os sumos sacerdotes reuniram o Sinédrio e decidiram matá-lo; e decidiram matar também o próprio Lázaro, que era a prova viva da divindade de Cristo, Senhor da vida e vencedor da morte. Alguns escritos muito antigos afirmam que Lázaro e suas irmãs foram para a ilha de Chipre.

Pelo Candomblé e Umbanda não necessariamente é considerado dia de Obaluaê ou Omulú, porem seus filhos desses Orixás podem sim ser devoto de São Lazaro e prestar a homenagem a ele, não tendo a obrigação do mesmo.

Atotô, Atotô Obaluaê! 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Dia dos Marinheiros


Hoje é comemora o dia dos Marinheiros da Umbanda, uma das linhas mais divertidas que a umbanda trabalha, são espíritos desbravadores, destemidos, alegres, brincalhões e corajosos. São eles nossos irmãos Marinheiros

Essa Linha é formada por espíritos que, quando encarnados, tiveram sua vida vinculada ao trabalho no mar, nos navios, caravelas, embarcações. É formada também por espíritos que optaram por trabalhar nessa Linha quando ingressaram na seara Umbandista.

O Marinheiro representa a coragem ante o desconhecido. Muitas vezes nós tememos enfrentar situações que não conhecemos, mares até então não navegados. Nessas horas, pedimos a proteção dos marinheiros para que nos guiem e nos orientem para que possamos encontrar um porto seguro para nossas vidas.

Saravá os Marinheiros, Saravá o Povo do Mar

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Dia de Oya


Hoje se comemora o dia de Oya!! Essa Orixá guerreira, quente, e dona dos ventos!!!

Dentro do sincretismo ela foi nomeada a Santa Barbara.

Também conhecida como Iansã. Nas cerimônias da Umbanda e do Candomblé, Iansã, ela surge quando incorporada a seus filhos, como autêntica guerreira, brandindo sua espada, e ao mesmo tempo feliz. Ela sabe amar, e gosta de mostrar seu amor e sua alegria contagiantes da mesma forma desmedida com que exterioriza sua cólera.

Na Mitologia Yoruba, o nome Oyá provém do rio de mesmo nome na Nigéria, onde seu culto é realizado, atualmente chamado de rio Níger. .

Costuma ser reverenciada antes de Xangô, como o vento personificado que precede a tempestade. Assim como a Orixá Obá, Oyá também está relacionada ao culto dos mortos, onde recebeu de Xangô a incumbência de guiá-los a um dos nove céus de acordo com suas ações. Para assumir tal cargo recebeu do feiticeiro Oxóssi uma espécie de erukerê especial chamado de Eruexim com o qual estaria protegida dos Eguns.

O nome Iansã trata-se de um título que Oyá recebeu de Xangô que faz referência ao entardecer. Iansã quer dizer A mãe do céu rosado ou A mãe do entardecer.

Êparrei Iansã, Êparrei Bela Oyá

domingo, 2 de dezembro de 2018

Catecismo De Umbanda


Ficha Técnica
Autora:  Ab´d 'Ruanda
Editora:
Gênero: Espiritismo
Opinião Pessoal: É um livro muito confuso, muito antigo, onde o sistema simples que foi motivado a escrever o livro mostra diversas perguntas sem respostas. Perguntas no qual hoje em dia consegue-se a resposta. É um livro que poderia ser escrito de uma forma mais clara, abordando com mais clareza principalmente que hoje a religião esta muito melhor aceita e com maior facilidade em obter algumas respostas.
Fiquei bastante na duvida de quem respondia as perguntas eram algum guia que respondia as perguntas do proprio escritor. Apesar de coisas interessantes, e curto não é um livro que voltaria ler novamente!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Meu Batizado 2.0


Apos muito tempo, descobri que nunca havia sido batizado, em nenhum tipo de religião pois minha familia vem de uma cultura nipônica, eles praticamente não são católicos, dessa forma nunca acabamos sendo batizados. 

Quando entramos para Umbanda aqui em Marília, descobrimos um grande amor, após quase um ano participando das giras foi ordenado que fosse feito o batismo dos filhos da casa pela mãe de santo e Iemanjá dentro do barracão. Após o batizado alguns filhos acabaram saindo da casa, porem abrindo a porta para novos filhos entrarem.

Após esse período houve mais uma ordem, na qual os novos filhos deveriam ser batizado nas aguas da cachoeiras então foi organizado o batizado cada filho que se prontificou ficou responsável por uma parte do batizado, enfeitamos a cachoeira, preparamis a velas pros Orixás especialmente Oxum.

Quando chegou minha vez de entrar nas aguas tanto eu como meu erê e o caboclo entraram na agua, sendo uma das melhores sensações e emoção que havia sentido.  Estar la pra auxiliar os irmãos mais novos nessa jornada e limpeza foi a parte mais gratificante!!

sou grato a minha mãe e zeladora Tala, grato a meus orixás e guias que me escolheram pra ser a ponte de luz pra evolução grato a meus irmãos de fé que estamos juntos desenvolvendo.

domingo, 25 de novembro de 2018

Um pouquinho de mim

Venho aqui trazer um pouquinho da minha passagem na umbanda.

Na maioria das pessoas elas vem pelo amor eu foi um pouquinho diferente eu vim pela dor, pq nunca dei de escutar os guias no começo sempre relutei contra as vozes mas um dia eles falaram pra mim já que vc não dá a mínima vou fazer vc escutar e senti diferente, descobri que estava com uma doença que não tem cura, cai de cama quase passei dessa vida pro outro plano, cheguei a ficar numa fila que mais pra frente tinha um portão com uma luz bem forte e brilhante mas quando chegou a minha vez ouvi uma voz falando que não era a minha hora que eu tinha que voltar pro meu corpo e quando cheguei novamente ao meu corpo que abri os olhos vi minha mãe chorando e meus irmãos, ai eu falei o que estava acontecendo aí vi que que foi por um fio, mas ao passar dos dias veio mais uma notícia que eu estava com câncer e mais uma batalha pra eu passar fiz um tratamento longo de 8 seções de quimioterapia, mas estou aqui curado ai me mudei pra Marília e venho a frequentar o terreiro de umbanda.

Já faz 3 anos que frequento o terreiro  e venho agradecer tudo que venho ganhando nesses meses e anos. Agradeço meu pai e minha mãe de cabeça todos os dias por eles colocarem guias maravilhosos em meus caminhos e hj venho aqui agradecer a cada um que já veio e já se foi por criar luz. Venho aqui agradecer a pedido do meu Pai Oxóssi e minha mãe Iemanjá , agradecer os guias que já fizeram parte da minha vida assim que comecei a girar, os primeiros foram os guias da esquerda que o nome dela era Lady era assim que ela gostava de ser chamada ai depois foi o Zé Baiano e depois o Caboclo da Mata e o preto velho Pai João criaram luz .

São poucos médios que consegue ter esse dom de que os guias vem em terra e logo consegue fazer os guias criarem luz e ir embora pra deixar outros guias virem em terra, agora vai ter mais uma troca de guias pra acontecer o meu preto velho querido Francisco da Mata, meu baiano Ze do Coco, é meu caboclo Pena Branca já criou luz de novo é difícil pra um médio pq a gente pega uma afinidade muito grande e gostamos muito de cada guias que vem em terra eles vão embora mais fico muito feliz por ajudar a cada guia criar luz e subir de nível. Mais venho aqui agradecer ao meu pai Oxóssi pela essa dádiva que ele me deu a cada guia que vem a terra.

7 Linhas


Entidades da Umbanda
Em minha jornada pela Umbanda todas elas trabalham com as linhas da umbanda, de acordo com cada casa, elas trabalham com determinadas linhas, e algumas delas até que trabalham com todas elas dividindo pelas semanas. As linhas são: Preto Velho, Baianos, Marinheiros, Boiadeiros, Eres (Crianças), Esquerda (Pomba Gira e Exu) e Oriente (Ciganos entre outras). Dessa forma diversas casas de umbanda são sempre nomeada pelos pelo primeiro guia dos dirigentes da casa.

Procurando pela internet descobri que as 7 linhas vem referente aos 7 Orixás cultuado pela umbanda, sendo:
ORIXA COR DA LINHA ENTIDADES MEU ENTENDIMENTO
Oxala Branco ou Roxo Santos/Santas Orixas
Yemanja Azul/Branco ou Azul Claro Sereias, Caboclos, Marinheiros Marinheiros
Ogum Vermelho/Branco ou Vermelho Guerreiros Romanos, Gauleses, Japoneses etc Oriente
Oxossi Verde/Branco ou Verde Indios Caboclos/Boiadeiro
Xangô Marrom/Branco ou Marrom Indios entre outros Baianos
Ibeji Azul/Rosa, Amarelo ou Rosa Crianças Crianças
Africanos Preto/Branco Preto velho, Escravos Preto Velho

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

A aceitação da espiritualidade

Minha criação foi católica. Mas aquela católica bem brasileira, com benzedeira, com docinho de Cosme e Damião e entrega para Iemanjá no ano novo na praia. Quem entende?
Minha avó era católica e meu avô, que não conheci, era benzedor. Reza a lenda que minha vó fez ele se livrar do livro de São Cipriano, que tinha capa preta e chave.
Mas eu fui criada indo na missa, meus irmãos fizeram catequese e crisma (não fiz por falta de oportunidade na época) e tal. Católica de IBGE, como muitos.
Acho que comecei a discordar da Igreja Católica junto com minha alfabetização. Amar história é sentir remorso de pertencer a religião da Santa Inquisição. É sentir nojo da religião que apoiou o nazismo. Da religião que tem um país que só homens podem governar. Que legitima a perseguição a LGBTs, a castidade pedófila e o enriquecimento do Vaticano.
(In) felizmente eu amo história e a Igreja Católica não me representava mais.
Dizia ao meu pai que Jesus era um bom filósofo, como Sócrates. Um pouco mais mal interpretado pelos seus erm... discípulos.

Minha tia era kardecista e meu avô (esse de criação, padrasto do meu pai) tinha o Evangelho dos Espíritos, do Kardec, comido de traças e meio jogado na estante. Fui "proibida" de ler (foi mais uma recomendação de não- leitura). Escorpiana teimosa e adolescente curiosa que era e sou, li inteiro, escondida. Eu tinha 16 anos.

Aquele livro deu um nó na minha cabeça. Eu passei foram ANOS odiando a ideia de que eu havia escolhido onde nascer. Como nascer. A família. Tudo.

A ideia de que uma pessoa com deficiência OPTOU por nascer assim fez um verdadeiro inferno na minha mente. Eu não sabia o que sentir. E sentia ódio.
Foram 5 anos (aproximadamente) me declarando agnóstica. "Deus? Existe, mas não na tua bíblia. Nem na tua falta de empatia."

Porém, o chamado da espiritualidade não me dava paz.

Tentei voltar para a Igreja Católica, brincando de "bem-me-quer" para conseguir ouvir uma missa completa. "Isso me serve"/"Isso não me serve"/ "Isso me serve"/ "Isso não serve a ninguém".

Obviamente não deu certo.

Tentei o evangelismo. Desse eu saí pisando duro de ódio, após uma sessão de "oração para curar o lesbianismo" da filha de uma moça de lá.

Caramba, e agora?

Eu sempre tive uma admiração muda pelas religiões de matriz africana. Mas parecia tão difícil de entrar e conhecer...

Uma mão se estendeu. E eu vim para a Umbanda.

Mais madura, consegui digerir melhor o Evangelho dos Espíritos. Aprendi sobre caridade. Sobre se doar. Aprendi que dá para ser religiosa e não crer no maniqueísmo cristão.

Entendi porque o mar cantava para mim quando eu ia visitar.

A mão que se estendeu para eu conhecer a Umbanda mudou minha vida.

É claro que para mim, que sempre busquei a razão crua e imediata; me resta uma vida de aprender.

Mas eu sirvo a um Deus vivo. A Deuses, que são Orixás, de cada força da natureza e da vida.

Cá estou.

Um dia voltaremos nesse assunto

domingo, 18 de novembro de 2018

A Umbanda em minha vida!


    Quando ouvia a palavra UMBANDA, a primeira coisa que pensava era que não era do bem; normal das pessoas julgar sem conhecer, ter uma ideia fixa e errada daquilo que nem se conhece. Mal sabia eu que um dia ela entraria em minha vida fazendo com que eu finalmente me sentiria completo e  sentiria um amor nunca visto antes; que tudo mudaria desde então.
Nasci numa família católica que praticava a religião com seriedade e tudo que era novo e desconhecido era errado.
    Ao completar meus dezoito anos me lancei no mundo para olhar a vida com meus próprios olhos e assim ter minhas próprias experiências vividas. Conheci vários lugares, viajei bastante, conheci muitas religiões e ainda sim sentia dentro de mim que ainda faltava algo; amor? Conhecimento? Aventuras? Eu não conseguia saciar.
    Foi aí que, entre indas e vindas do destino, que eu mesmo sem querer acabei chegando na cidade de Marília (a tão tão distante) e mais, além de chegar aqui, quando dei por mim, estava me mudando para esta cidade. Como todo começo é difícil, eu me vi numa cidade completamente diferente, sem conhecer ninguém e com uma mudança de vida radical. Novo cargo no trabalho, novas responsabilidades, novos obstáculos.
     E o desespero bateu à minha porta! Passado alguns meses da mudança eu me vi desesperado por estar só, sem forças pra continuar e não me restava mais nada a não ser desistir de tudo. Então a umbanda se apresentou mais uma vez pra mim! Através de um “convite”  (que eu relutei muito e adiei o quanto pude, por medo) que eu finalmente a conheci. Numa quarta-feira qualquer de mês eu finalmente aceitei este convite de uma amiga para ir numa das sessões de umbanda. Ao chegar no local eu me vi desesperado e com um medo tremendo, medo do desconhecido. Entrei, me sentei e com toda atenção possível eu assistia ao início da sessão ( com medo principalmente).
    Quando comecei a me sentir confortável no local, aí então sou chamado para tomar o famoso “passe” com  o guia incorporado! Lá fui eu me tremendo todo, sentindo minhas mãos suar, um frio na barriga e quando comecei a conversa fui abrindo a mente e recebendo toda aquela energia e conhecimento. Ao terminar a conversa com o guia, surpreendentemente ele segurou minhas mãos e me disse assim “ fio, tem uns guias rondando você” eu sem entender fiquei desesperado e ao pedir explicação soube que eu poderia ser um médium! Fiquei maravilhado com a notícia e quis aprender muito mais. Tive uma conversa com a dirigente do terreiro ( que hoje eu amo) e comecei a desenvolver minha mediunidade dentro da religião.
    Por muitas vezes me senti inseguro e com medo, foi aí então que numa sessão de pretos velhos eu  tive minha primeira incorporação. Estava eu lá concentrado quando senti essa energia magnífica que me tomou e senti uma paz como nunca havia sentido antes; sentia meu corpo flutuar e esvaziei a mente, foi surreal! Ali, pela primeira vez me senti completo, senti que alí era meu lugar e assim entendi que Deus escreve nosso destino e as melhores situações tem tempo certo para se apresentarem a nós. Ali entendi que eu tinha que viver tudo que vivi antes para poder estar ali naquele lugar, naquele dia e hora exatos para que finalmente me sentisse completo.
    A umbanda trouxe uma grande mudança para minha vida! Me fez ser mais forte, me deu a capacidade de olhar o mundo com outros olhos, de sentir amor no que faço, de sentir a necessidade de ajudar o próximo e a entender o mundo espiritual. Hoje sou imensamente grato a Deus por me apresentar tudo isso, por me permitir aprender sempre mais dentro dessa religião incrível que é a Umbanda.
Hoje frequento uma casa que é puro amor, somos como uma família e aqui encontrei a paz que tanto busquei para a vida!
    O conhecimento nunca é demais, estou na caminhada buscando aprender detalhe por detalhe deste mundo maravilhoso que é a umbanda. Digo sempre a todos, conheçam a umbanda e jamais serão os mesmos! Umbanda é amor, fraternidade e caridade ❤️

Umbanda, Quimbanda ou Candomblé?


Nos meus caminhos eu tive a opção de escolha, entre a Umbanda e o Candomblé.... nessa postagem vou falar um pouco de cada uma delas, e resolvi incluir a Quimbanda nessa postagem pra lembrar dessa linha quase não conhecida.

Candomblé - De origem africana, trazida pelos escravos que cultuavam seus Orixás em sua origem, elas trabalham com as energias mais puras dos próprios Orixás, onde o médium recebe o Orixá que rege a cabeça do médium. 
O Candomblé é mais rígida, com relação ao Ilê (barracão, terreiro ou casa), aos zeladores do Ilê e principalmente para seus Orixás e suas obrigações.
No candomblé não se trabalha com as linhas conhecidas da Umbanda, pois o Candomblé acredita que essas linhas são espíritos de pessoas que ja viveram na Terra anteriormente. Elas trabalham apenas com a energia pura dos Orixás e a dos Erês que são a voz dos Orixás,

Umbanda - Também de origem africana, como os escravos não podiam cultuar seus Orixás pois a igreja católica acreditava que era culto ao demônio, elas obrigaram aos escravos a aceitar a igreja como sua verdade, e para não deixar de cultuar seus Orixás os escravos deram a cada Orixás um Santo da igreja católica, fazendo assim a Sincretização. Por essa razão a Umbanda cultua os Orixás.
 A Umbanda começou trabalhar com as  7 linhas tem como sua origem a historia do fundador médium Zélio Fernandino de Morais foi um jovem médium que estava passando por uns problemas espirituais, quando sua família levou para um Centro Espirita Mesa Branca, quando ele foi convidado a entrar os dois primeiros espíritos que Zélio incorporou foram classificados como espíritos de baixo nível, e o ultimo ele recebeu um caboclo muito bonito e cheio de luz, e o mesmo disse que as duas primeiras vezes que ele entrou na roda ele foi considerado de baixo nível ele não pertenceria aquele local, e que logo haveria uma nova vertente religiosa. 
Dessa maneira a Umbanda trabalha com 7 linhas, Preto Velho, Caboclos, Baianos, Erês, Boiadeiro, Exú/Pomba Gira e Ciganos/Oriente.

Quimbanda - É umas das vertentes menos falada da Umbanda. pelo pouco que sei a Quimbanda trabalha com a linha da esquerda, ela tem o foco mais com a energia dos Exus e Pomba Gira.

Esse é meu conhecimento sobre as vertentes da religião e com o tempo vamos aprendendo e aprimorando nossos conhecimentos

domingo, 11 de novembro de 2018

Por que desse blog?

As Linhas de Umbanda
Resolvi escrever nesse blog apos conversar com meu marido, ele falou que seria interessante registrar todo desenvolvimento que fazemos durante a vida, principalmente pra relembrar e não esquecer de quem foram seus guias quando eles ganharem luz, vou começar com essa postagem falando sobre minha história.

Não sei mais ou menos quando mas desde 2010 eu frequentava um barracão no centro de São Paulo a convite de um amigo meu., esse convite seria para que eu começasse a me desenvolver mesmo sem saber se tinha algum nível de mediunidade.
Antes desse período eu ia alguns dias num terreiro de outro amigo meu, no qual comecei aprendendo um pouco mais.

No Terreiro do Pai  Francisco começamos a nos desenvolver, mas apenas sentia a vibração dos guias. mas infelizmente não consegui uma incorporação, mas teve um período que ele mudou e não consegui acompanha-lo. Depois desse barracão eu fiquei um tempo sem frequentar barracão para participar das giras mas algumas vezes frequentei como assistência.

A três anos atras mudamos para Marília e conhecemos o barracão de Oxossi uma casa que toca Umbanda e Candomblé, e nele comecei a me desenvolver e receber meus guias. Em 2016 meus guias começaram a ser incorporados com mais facilidade.